
Em 1991, a companhia norte-americana GMC lançou uma incomum caminhonete: a Syclone, sendo o modelo médio Sonoma, porém altamente modificado para ser um esportivo com caçamba!
A caminhonete tinha tração nas quatro rodas, porém não era do tipo convencional em caminhonetes, mas sim voltado um tração integral voltado para a vocação esportiva feita pela Borg Warner que era permanente e tinha distribuição de torque de 65% nas rodas traseira e 35% nas dianteiras
Devido às suas soluções voltadas para a esportividade, a sua capacidade de carga foi altamente prejudicada, sendo capaz de levar somente 226,8 kg – o que não dá nem a metade de uma picape leve dos anos 80 com o da Ford Pampa ou Volkswagen Saveiro.
Mas para o propósito de ser veloz ela cumpria com louvor graças ao seu conjunto mecâncio: um V6 de 4.3 litros equipado com turbocompressor e intercooler que a fazia desenvolver 280 cv e 48,4 kgfm de torque e câmbio automático de quatro marchas.

Com o conjunto, a caminhonete fazia de 0 a 60 mph (96 km/h) em apenas 5,3 segundos e tinha velocidade máxima limitada em 200 km/h. Num teste feito pela revista Car & Driver, ele foi mais rápido do que um Ferrari 348 TS em quase todos os comparativos!
O SUV Typhoon
Porém mesmo com a fama de veloz, a caminhonete que só vinha na cor preta foi comercializada por pouco tempo e a produção foi encerrada em 1992, tendo menos de 3.000 exemplares feitos. Mas em 1992 lançaram o SUV Typhoon que levava quatro pessoas e ficou mais coerente com a proposta.
O Typhoon tinha o mesmo conjunto mecânico e fazia de 0 a 60 também em 5,3 segundos e velocidade limitada em 200 km/h. Mas ao contrário do Syclone que só vinha na cor preta, ele tinha mais opções de cores tanto na decoração interior quanto no exterior e foi vendido até 1993 e teve 4.697 unidades feitas.
Atualmente, tanto a Syclone quanto a Typhoon estão ganhando valor no mercado de antigos e seus desempenhos são ótimos até para os padrões atuais, sendo altamente cultuados pelos fãs de automóveis e caminhonetes pelo mundo!